UOL K

♥_♥_♥ SER SEXY SIM SER VULGAR JAMAIS.♥_♥_♥_


Descrição:
Nossinhora!

Gente, esse UOLK é só pra dizer que eu amo ocêis dimais da conta, viu?
Cêis são tudo de bão que alguém pode merecer.
Queria mes era dizê ,quanto mai amigo mio,ara,venha entra,sem bater.
Óiproceisvê,
Quem tem amigos assim, tem um tisôru!
Eu guárdêsse tisouro, com todo carin,
Do Lado Esquerdupeito !!!
Dentro do Meu Coração.

Nossinhora!


AMOOCÊIS PADANÁ.

O sEnHoR é MeU pAsToR e NaDa Me FaLtArá!!!!  
Endereço (URL):
http://calcinhaderenda.uolk.com.br/
Sexo:
feminino  



Livro de recados de C@LCINH@DEREND@

Raya Bonan
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Encerrando amanha a montagem de fotos para o video raya e amigos. Solicito q envie a foto e autorização pra divulgacao da mesma em meu e mail poesia2007@hotmail.com...beijos
23:21 - 29/11/2008
Makwa-ikwa
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As pessoas grandes adoram os números.
Quando a gente lhes fala de um novo amigo,
elas jamais se informam do essencial. Não perguntam
nunca: "Qual é o som da sua voz? Quais os
brinquedos que prefere? Será que coleciona
borboletas?" Mas perguntam: "Qual é sua idade?
Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa?
Quanto ganha seu pai?" Somente então é
que elas julgam conhecê-lo. Se dizemos às
pessoas grandes: "Vi uma bela casa de tijolos
cor-de-rosa, gerânios na janela, pombas no
telhado..." elas não conseguem, de modo
nenhum, fazer uma idéia da casa.
É preciso dizer-lhes: "Vi uma casa
de seiscentos contos". Então elas
exclamam: "Que beleza!"
(Antoine de Saint-Exupéry)
20:21 - 29/11/2008

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Depoimentos sobre C@LCINH@DEREND@

alternativa
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A Águia e a Galinha


Uma metáfora da condição humana

Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.
- De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha.
Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas. - Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.
E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
- Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...

E Aggrey terminou conclamando:

- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.

suave(*.* )veneno
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POSSUA

Um coração que nunca endureça

Uma emoção que nunca pressione

Um toque que nunca magoe

Um carinho que nunca envelheça

Uma doçura que não estacione

Um coração que, por vezes, perdoe

Uma paixão que não enfraqueça

Um prazer que nunca relaxe

Um silêncio que nunca destoe

Uma verdade que nunca encareça

Um medo que não ameace

Uma tristeza que não amontoe

Uma amargura que não amanheça

Uma alegria que nunca entristeça

Uma fantasia que não voe

Uma felicidade que não empobreça

Um desejo que nunca se apague

E um amor que sempre te abençoe...

BEIJOS!!
alternativa
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Uma bordadeira viúva, muito pobre,
deparou-se certo dia com um trabalho de grande perfeição
e desejou criar outro igual...

O BORDADO ENCANTADO

...a partir de então, depois de dedicar-se até tarde aos trabalhos

que vendia no mercado,

avançava noite adentro, tentando dar forma a seus sonhos.

Iluminada apenas por uma tocha que exalava tênue

mas irritadiça fumaça,

seus olhos arderam e verteram copiosas lágrimas.

Então ela teve uma idéia:

Reteria as lágrimas no lago da paisagem que estava bordando.
Mas a irritação foi piorando e chegou a um ponto tal

que tingiu de sangue as lágrimas da obstinada mulher.
Assim que conseguiu terminar o trabalho,
a viúva mostrou-o aos filhos que ficaram maravilhados.
O bordado era tocado por um sopro mágico.

Como a mãe teve forças para realizar semelhante tarefa?

Para ver o bordado sob os primeiros raios de sol,
a viúva foi para fora, seguida pelos filhos.
Aos poucos, toda a aldeia juntou-se a eles e não houve quem não se
surpreendesse com a beleza radiante que tinham diante de si.

No auge da festa...
um forte vento envolveu a bordadeira,

arrancou a obra de suas mãos e sem que

ninguém tivesse tempo para nada,

levou-o feito pipa para além das montanhas.
A bordadeira pôs-se a chorar.
"Quem me trouxe assim de longe
bordados tão delicados?
Quem me deu risos e flores
sem diluir meus pesares?"

Desse modo...
todo final de tarde,

Depois desse dia...
a bordadeira foi tomada por tamanha tristeza,
que acabou adoecendo.
Perdera a vontade de trabalhar, de comer e de falar.
Só cantava:

seu lamento espalhava-se pela aldeia afora,
enchendo de melancolia o coração das gentes
que viviam no lugar.

Um dia...não suportando mais, chamou os filhos;
- Meus queridos, tenho que procurar meu bordado.
- Fique em casa, mãe.
Eu vou procurar o bordado em seu lugar
- falou o filho mais velho.
No dia seguinte, ele partiu em direção ao Leste.
A viúva voltou a bordar algums peças
e vendia no mercado.
E o tempo passou.

Como não tinha notícias do filho, adoeceu novamente.
O segundo filho saiu à procura do irmão
e não mais retornou.
Uma noite, a mulher anunciou que ela mesma
iria atrás dos filhos e de seu bordado.
-Mas, minha mãe!
No seu estado não agüentará andar noite e dia
pelas estradas!
- falou o filho caçula.
E partiu.

Dois dias depois, avistou uma cabana.
Uma velhinha apareceu à porta e perguntou
o que ele desejava.
- Estou à procura de meus irmãos e de um bordado
levado pelo vento.
- falou o moço.
- Dei pousada a seus dois irmãos, porém,
antes do dia amanhecer,
eles fugiram em direção contrária, com os saquinhos
de ouro que eu lhes ofereci par alguma eventualidade.
Soube que não pensam mais em voltar para casa.

O jovem ficou indignado com o que ouviu
e envergonhado, não conseguiu reter as lágrimas.
A velhinha falou:
- Em primeiro lugar, é preciso desencantar
o cavalo de pedra que está na entrada da cabana.
Só ele sabe chegar ao bordado.
Com uma pedra, devo arrancar dez dentes seus
e implantá-los no cavalo.
Depois terá de comer dez morangos do canteiro
e tão logo faça isso estará prestes a partir.

O rapazinho ficou apavorado.
- Nào forçe seu coração se ele o impede de prosseguir.
Sua mãe compreenderá.- falou a boa velhinha.
E antes de romper o dia, ele anunciou:
- Boa senhora! Quebre meus dentes!
Nào vou abandonar meu caminho! Estou pronto.
Inexplicavelmente nenhuma gota de sangue
saiu da boca do rapaz e a dor cessou assim que o cavalo
comeu os dez morangos.
No momento da partida, a velhinha disse ainda:
- Para recuperar o bordado,
você terá que vencer também o fogo,
o frio e a violência das águas.
Um único descuido e as chamas o reduzirão a cinzas,
o frio o transformará em estátua e as águas
o sugarão para sempre.

Depois de muitos dias de longas lutas contra
as labaredas de um vulcão,
revoltas águas do mar,
glaciais temperaturas,
o rapaz chegou ao sopé de uma montanha.
Dali avistou um castelo de cristal.
Tomou um banho no riacho, e enquanto se aproximava,
ouvia um canto delicado, vindo de um jardim onde
graciosas jovens bordavam.
Espantadas com o relincho do cavalo,
as moças cercaram o rapaz com muitas perguntas.
Envaidecido com tantas atenções,
ele nem se lembrou da falta dos dentes.

A Rainha das Fadas saiu do castelo
e veio falar com o estranho.
- O que o traz ao nosso reino, forasteiro?
- Procuro o bordado de minha mãe.
- O vento tomou-o emprestado.
- Emprestado?
- Sim. Quando alguém cria uma técnica nova,
as fadas são obrigadas a aprendê-la para inspirar
outras bordadeiras.
Falta saber como ela bordou as águas do lago
e como conseguiu tão
belos tons de vermelho no horizonte.
- Quanto tempo ainda demoram?
- Não mais de dois dias e serás nosso hóspede.
Temos, porém, uma condição, meu jovem: do reino,
só poderá levar o bordado e boas lembranças.
Somente as fadas podem viver nesse reino.

A fada de vermelho se apaixonara à primeira
vista pelo rapaz e ele por ela.
Para se consolar, a moça resolveu aplicar uma pequna
fada de vermelho no bordado para que o amado se lembrasse
dela toda vez que o olhasse.
"Por que não era como os humanos, não impedidos de amar?"

Antes mesmo do dia clarear,
o rapaz pegou o cavalo e preparou-se para partir,
levando apenas o bordado e a dor da separação.

No retorno, as vagas do mar, o frio das geleiras,
o calor das labaredas não ameaçaram o moço.
A velhinha, o recebeu feliz.
- Estou orgulhosa de você.
Arrancou os dentes do cavalo devolvendo ao jovem.
- Agora você vai calçar essas sandálias mágicas
e estará em cada num minuto.
Sei que seu coração chora, mas lembre-se de que

NUNCA SABEMOS

O QUE PODERÁ NOS OCORRER.

Ao chegar na aldeia onde morava,
uma vizinha veio falar-lhe:
- Sua mãe não se alimenta, não fica mais de pé,
não sai da cama dia e noite.
O moço, desenrolando o bordado, gritou:
- Olhe minha mãe, olhe seu bordado!
Consegui trazê-lo de volta!
- Vamos para fora - falou a mãe, já fortalecida.
- Finalmente poderemos admirar o bordado em paz.

Um inesperado vento, porém, surgiu novamente no auge
dos festejos e arrancou o bordado das mãos da mulher.
Só que desta vez, assim que ganhou altura,
o bordado ficou parado no céu, aumentando aos poucos de
tamanho até recobrir a aldeia.
E cada pedacinho ganhava vida, transformando o pobre vilarejo
num lindo, feliz e rico povoado.
- É um milagre! Um verdadeiro milagre!
- repetiam todos.

Feliz, o filho da viúva saiu correndo pelos imensos campos de flores,
achando o lugar tão belo como o da montanha encantada.
Pôs-se a chorar e lembrar da amada e foi ao lago na esperança
de encontrar consolo na placidez de suas águas.
De lá saiu uma jovem parecida com a fada de vermelho.
- ....quando tudo ganhou vida, a imagem que eu bordei também se tornou real.
Assim, estou aqui, sem ter saído de lá.
O jovem tomou a amada nos braços e a pediu em casamento.
E foram felizes naquela aldeia, iluminada todo final de tarde
pelo brilho de um sol avermelhado.
Os dois irmãos...não se soube mais deles.

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Cartões de C@LCINH@DEREND@

$åbriñå
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Janaína
Uma semana Iluminada a vc e aos seus,com muita paz e harmonia. bj no core ♥
18:28 - 01/12/2008

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